Novo treinamento do IBGC visa formar acionistas que trabalhem em prol do melhor interesse da organiz
- Lygia Gil
- 3 de mar. de 2017
- 2 min de leitura
Com nova grade, programa de Formação em Governança para Acionistas de Empresas Familiares está com inscrições abertas
Com base no planejamento estratégico profundo do IBGC, que tem como um de seus objetivos priorizar a propagação dos princípios de governança corporativa para empresas familiares, o instituto reformulou seu programa de Formação em Governança para Acionistas de Empresas Familiares. Agora, o treinamento aborda aspectos comportamentais do acionista de empresas familiares, além de tratar da implementação das melhores práticas e conceitos de governança.
O programa tem como objetivo capacitar os acionistas e futuras gerações de empresas familiares, independentemente de qualificação e formação, a exercer o melhor papel de acionista visando o interesse da organização. Desta forma, visa-se a perenidade da organização e a perpetuação do negócio.
“Buscamos formar acionistas que trabalhem em prol do melhor interesse da organização. Esse acionista deve ter skills comportamentais para criar bom relacionamento com demais membros da família, ele tem essa responsabilidade”, afirmou Adriane de Almeida, superintendente de Desenvolvimento do IBGC, durante abertura da palestra de lançamento da segunda edição do curso, em São Paulo.
No evento, a coordenadora do curso e vice-coordenadora da Comissão de Empresas Familiares do IBGC, Celia Picon, explicou o programa, os fundamentos e a metodologia do treinamento, bem como ficou disponível para tirar dúvidas dos interessados presentes. “Vemos muitos treinamentos para herdeiros e acionistas para empresas familiares fora do Brasil, mas aqui ainda temos poucas opções. Dentro do escopo de governança o IBGC é pioneiro nesse aspecto”, iniciou.
Para a especialista, quem estimula o processo de sucessão nas empresas não é o fundador, mas sim os herdeiros que entendem que a perenidade do negócio depende de um plano estruturado de sucessão. “A primeira e a segunda gerações do negócio tendem a postergar ao máximo a preparação da sucessão. Preparar a juventude é essencial para que o processo de sucessão comece a ser discutido e que se entenda sobre governança familiar que gera valor”, afirmou.
O programa, de carga horária de 64 horas, tem início em abril de 2017. Confira o programa aqui.























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